Estudo da Technisys e do programa GMix, da Stanford University, sobre a situação do Banco Digital e Omnicanalidade na América Latina

Press Release : julho 13, 2015

• Somente 28% dos bancos consideram que atualmente cumprem com as necessidades dos seus clientes digitais.
• 61% dos bancos afirmam que estão investindo de forma ativa para atingir o nível adequado de preparação.
• Somente 33% dos bancos confirmaram que os clientes têm total liberdade para escolher entre os diferentes canais.

Miami, Junho de 2015 – A Technisys anunciou os resultados de um estudo realizado na América Latina em conjunto com o programaGMix da Universidade de Stanford, especificamente naArgentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Honduras, México, Peru e Uruguai. A amostra incluiu tanto bancos internacionais como nacionais, públicos e privados, com uma gama em ativos que vão dos US$ 800 milhões até, aproximadamente, os US$ 400 bilhões.

Na América Latina, 80 % dos bancos ainda continuam classificando as agências como um dos canais mais importantes para a interação com o cliente, e também pelo número de transações que realizam. Entretanto, entre 67% e 80% dos bancos classificam como prioridades caixas eletrônicos e Internet Banking.Somente 20 % dos bancos apontaram os aplicativos móveis como um dos principais e atuais canais, mesmo reconhecendo que esse seria seu canal mais importante no futuro.

75% dos bancos afirmaram que seguem uma tendência estatística para aumentar a oferta para os clientes, através dos canais de Internet Banking, Mobile Banking e caixas eletrônicos.

Somente 17% dos bancos confirmaram sua capacidade para oferecer aos seus clientes uma flexibilidade completa na hora de escolher o canal desejado para realizar qualquer tipo de transação. 83% dos bancos ainda dependem das agências para completar transações bancárias mais complexas.

41% dos bancos confirmaram que comercializam amplamente suas ofertas no canal digital. Os outros 41% fazem isso através de atividades promocionais, enquanto 18% destacaram que não realizam iniciativas de marketing online para suas ofertas digitais.

36% dos bancos confirmaram que tiveram que enfrentar desafios para que seus clientes adotassem os canais digitais. 47 % disseram que um dos desafios justamente é a falta de conexão de Internet ou de banda móvel. 47% também mencionaram a falta de conhecimento desse tipo do canal digital para realizar transações.

Curiosamente, 90% dos bancos indicaram que o motivo pelo qual querem sua capacidade digital é para continuar sendo competitivos e conquistar clientes jovens (Millennials).

Em relação às novas tecnologias, 73% dos bancos confirmaram que não experimentaram nenhuma nova ou revolucionária tecnologia como Smart TV ou wearables. O objetivo destes bancos é aumentar e melhorar seus canais digitais já existentes. Apenas 27% confirmaram que estão experimentando novas tecnologias.

Como objetivo para os próximos cinco anos, 72% dos bancos pensam que seus clientes não precisarão ir pessoalmente às agências e 78 % estimam que haverá uma clara demanda de serviços omnicanais.

Em relação às ameaças e medos, 71% dos bancos declararam que não se adaptaram rapidamente aos avanços da tecnologia, e não atenderam às necessidades da geração dos Millennials (35 %), são as principais ameaças para o negócio.

Existe uma compreensão universal (89 % dos bancos entrevistados) de que a estratégia de omnicanalidade implica contar com a experiência unificada e consistente do usuário, que permite ao banco manter um processo de negócio ativo a qualquer momento, através de qualquer canal.